O Controle Estatístico do Processo como o próprio nome diz deve ser conduzido por meio dos operadores utilizados no processo produtivo. O principio é de que, quem tem a responsabilidade de fazer deve também controlar. Assim, sempre que houver algum problema terá melhores condições para avaliar o que está ocorrendo e, auxiliar no processo de solução de problema identificado.

O preenchimento do gráfico e a descrição dos principais fatos no diário de bordo é a tarefa principal dos operadores. No entanto, ainda assim a utilização de conceitos básicos de matemática e estatística tornam-se a razão de inúmeras dificuldades na rotina do processo.

O grande desafio para o gestor que coordena CEP é conseguir com que os operadores “plotem” corretamente os pontos no gráfico e, mantenham a disciplina de utilizar o diário de bordo. Assim, manter e controlar o processo é outro problema que se acentua em decorrência da dificuldade de lidar com a estatística e a matemática. Ensinar estes conceitos básicos é muito importante e torna-se o grande diferencial para o sucesso. Preparar um curso para operadores é também desafiante porque traz a preocupação em lidar com o perfil mais frequente que encontramos no chão de fábrica: operadores com baixo grau de instrução. Porém, com grande motivação e interesse para aprender. E como identificar o conteúdo e elaborar este projeto?

A Sercan está disponibilizando no mercado seus slides em Power Point sobre CEP para operadores. É um material que traz uma rica experiência no treinamento de operadores. Dividido em três módulos: Matemática aplicada ao CEP; Conscientização Estatística; Elaboração e Interpretação de Cartas de Controle. Com estes módulos algumas competências devem ser desenvolvidas: coletar dados para as cartas de controle; efetuar operações básicas de matemática. Uso de calculadora simples; efetuar cálculos de média, amplitude, mediana, limites superior e inferior; registrar os pontos no gráfico; realizar a interpretação instantânea dos sinais estatísticos; dar providências imediatas e de causas especiais – iniciando ação de contenção. Assim, o operador treinado consegue observar mudanças nos processos, selecionar corretamente as amostras, avaliar o gráfico que está elaborando e registrar no diário de bordo o que for relevante. Um treinamento que equivale a 40 horas de aula e que, deve ser distribuído de acordo com a disponibilidade dos treinandos.  Em geral há muita dificuldade de se organizar estas turmas e realizá-las com base nas atividades propostas devido ao agendamento de consultores e instrutores externos. Apenas este fator já justifica investir na equipe interna para realizar em condições mais favoráveis.

Com os slides à disposição e identificando o perfil do grupo a ser treinado um plano de aula pode ser elaborado e adaptado visando capacitá-los. Atividades podem ser direcionadas à realidade da empresa e exemplo de seus produtos e processos. O ritmo de treinamento pode ser adequado à necessidade. Adquira o material original, em Power Point, para adaptação e uso na sua empresa.

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Há opções em PDF bem como exeercicios e plano de aula. Verifique.